Universidade Federal do Ceará (UFC) decreta luto de três dias pelo falecimento do professor Abreu Matos
Faleceu por volta das 7 horas de ontem, aos 84 anos, o professor Francisco José de Abreu Matos, criador do Projeto Farmácias Vivas e idealizador do Laboratório de Produtos Naturais da Universidade Federal do Ceará (UFC). Vítima de câncer no pulmão, Abreu Matos estava internado há 27 dias no Hospital São Mateus. Seu corpo está sendo velado na Funerária Eternus. A missa de corpo presente será realizada hoje, às 15 horas, no mesmo local. O sepultamento está marcado para as 17 horas, no Cemitério Jardim Metropolitano.
Referência nacional e internacional no estudo de plantas medicinais, Abreu Matos era professor emérito da UFC desde 1983, mesmo ano de criação do Projeto Farmácias Vivas. Também era catedrático da cadeira de Farmacognosia e Química Orgânica. Foi um incansável pesquisador na área de Fitoterapia, tendo já recebido homenagens dentro e fora da academia, no Brasil e no Exterior.
Autor de cinco livros, um deles o clássico “Farmácias Vivas”, Abreu Matos recebeu em vida o reconhecimento da contribuição que ofereceu para Ciência. Ao completar 70 anos, em 1994, a Prefeitura Municipal de Fortaleza promulgou a lei que criou o Dia da Planta Medicinal na data de seu aniversário, 21 de maio.
Ontem, durante o velório, a filha Aída Montenegro lembrou que o pai já nasceu farmacêutico. “Ele seguiu os passos de seu pai, do avô e do bisavô”, frisou, citando que o avô de Abreu Matos, Joaquim de Alencar Matos, foi o criador das populares “Pílulas do Matos”. O pai Francisco Campelo Matos se associou a empresários de Fortaleza para montar laboratórios para a fabricação de tais pílulas e era um dos donos da Farmácia Osvaldo Cruz.
Um homem feliz, realizado, bom e extremamente dedicado à família, assim a filha definiu Abreu Matos. “Ele deixou muitas sementes, que brotarão geração após geração”, enfatizou. Sobre as plantas prediletas de Abreu Matos, Aída Montenegro destacou a aroeira do sertão, com propriedade cicatrizante, e o alecrim pimenta, fungicida e antibactericida, só catalogado em publicações científicas após as descobertas do pai sobre os fitoterápicos.
O professor Abreu Matos era viúvo de Eunice Fereira Matos, tinha mais dois filhos, 11 netos e um bisneto.
Faleceu por volta das 7 horas de ontem, aos 84 anos, o professor Francisco José de Abreu Matos, criador do Projeto Farmácias Vivas e idealizador do Laboratório de Produtos Naturais da Universidade Federal do Ceará (UFC). Vítima de câncer no pulmão, Abreu Matos estava internado há 27 dias no Hospital São Mateus. Seu corpo está sendo velado na Funerária Eternus. A missa de corpo presente será realizada hoje, às 15 horas, no mesmo local. O sepultamento está marcado para as 17 horas, no Cemitério Jardim Metropolitano.
Referência nacional e internacional no estudo de plantas medicinais, Abreu Matos era professor emérito da UFC desde 1983, mesmo ano de criação do Projeto Farmácias Vivas. Também era catedrático da cadeira de Farmacognosia e Química Orgânica. Foi um incansável pesquisador na área de Fitoterapia, tendo já recebido homenagens dentro e fora da academia, no Brasil e no Exterior.
Autor de cinco livros, um deles o clássico “Farmácias Vivas”, Abreu Matos recebeu em vida o reconhecimento da contribuição que ofereceu para Ciência. Ao completar 70 anos, em 1994, a Prefeitura Municipal de Fortaleza promulgou a lei que criou o Dia da Planta Medicinal na data de seu aniversário, 21 de maio.
Ontem, durante o velório, a filha Aída Montenegro lembrou que o pai já nasceu farmacêutico. “Ele seguiu os passos de seu pai, do avô e do bisavô”, frisou, citando que o avô de Abreu Matos, Joaquim de Alencar Matos, foi o criador das populares “Pílulas do Matos”. O pai Francisco Campelo Matos se associou a empresários de Fortaleza para montar laboratórios para a fabricação de tais pílulas e era um dos donos da Farmácia Osvaldo Cruz.
Um homem feliz, realizado, bom e extremamente dedicado à família, assim a filha definiu Abreu Matos. “Ele deixou muitas sementes, que brotarão geração após geração”, enfatizou. Sobre as plantas prediletas de Abreu Matos, Aída Montenegro destacou a aroeira do sertão, com propriedade cicatrizante, e o alecrim pimenta, fungicida e antibactericida, só catalogado em publicações científicas após as descobertas do pai sobre os fitoterápicos.
O professor Abreu Matos era viúvo de Eunice Fereira Matos, tinha mais dois filhos, 11 netos e um bisneto.
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